Psicanálise · Belo Horizonte & online
Saber o que é melhor para si nem sempre é suficiente para sustentar essa escolha. É justamente nesse espaço — entre o que sabemos e o que conseguimos sustentar — que a psicanálise começa a fazer sentido.
Agendar uma conversa inicialUm espaço para pensar sobre si
Por que algumas coisas insistem em se repetir? Por que é tão difícil mudar certos padrões, mesmo quando reconhecemos que nos fazem mal?
Por que, às vezes, desejamos o que nos machuca?
Meu trabalho como psicanalista é construir, junto com você, um espaço de escuta onde essas perguntas possam ser ditas, pensadas e elaboradas. Sem pressa de chegar a respostas prontas — mas com a confiança de que falar e ser escutado já é parte do processo de mudança.
Atendo de forma ampla: questões de autoconhecimento, relacionamentos, momentos de transição, angústias, repetições que incomodam, ou simplesmente o desejo de se entender melhor. Não trabalho com um tema fechado, porque a psicanálise entende que tudo isso está interligado — é o que você traz que orienta o processo, não um roteiro pré-definido.
Acredito que o trabalho de análise cria um espaço para que uma escuta ética aconteça a partir de um vínculo de confiança. É a partir desse vínculo que se torna possível entender — e sustentar — o próprio desejo, e ficar um pouco mais consciente das próprias escolhas.
Será que vale a pena começar agora?
A própria dúvida já indica algo. A terapia não é só para momentos de sofrimento extremo — ela também é um espaço para que você se aproprie das próprias questões e se responsabilize pela própria existência, inclusive pelo próprio sofrimento.
Como funciona
Onde quer que você esteja no Brasil, a escuta pode acontecer.
Sobre mim
Sou formada em Psicologia pela PUC Minas (2025) e atualmente curso pós-graduação em Clínica Psicanalítica na Atualidade. Trabalho a partir da psicanálise lacaniana, buscando sempre uma escuta próxima, sem fórmulas prontas e sem jargões.
O que me trouxe até a psicanálise foi um interesse genuíno pelos aspectos inconscientes que movem nossas escolhas e comportamentos: por que sabemos, conscientemente, o que seria melhor para nós — e ainda assim temos dificuldade de sustentar essa escolha? Por que nos autossabotamos?
Por que repetimos os mesmos padrões em nossos relacionamentos, mesmo quando eles nos causam sofrimento?
Essas perguntas, somadas à minha própria experiência em análise, foram o que me levaram a essa prática — e são o que sustentam meu interesse por cada processo que acompanho.
Vamos conversar?
Se você sente que há perguntas que gostaria de ter espaço para pensar, estou à disposição para uma conversa inicial.